quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

DF

Destino: Brasília.

Daqui a pouco embarco para conhecer a capital federal.

Para não dizer que é minha estréia total na cidade, uma vez pousei lá quando tinha 10 anos. Estávamos indo para os Estados Unidos e o avião deu pane em pleno ar. Sem muito alarde, mas com uma dose de tensão, o piloto achou por bem pousar no JK, aeroporto do distrito federal.

Dormimos uma noite lá, num hotel. Só retomamos a viagem no dia seguinte.

Do avião para o hotel e do hotel para o avião. Só consegui avistar a duas torres ao centro e as meia-bolas, uma pra cada lado, de longe. Nem me lembro bem.

Por isso, hoje tem gosto de primeira vez.

Não sei o que esperar direito. Ouço falar muito das Asas Sul e Norte do avião-mapa, da falta de esquinas e do clima seco. Da falta de gente na rua, na arquitetura urbana planejada demais, da impossibilidade de se caminhar para ir aos lugares.

Mas me aguça muito a curiosidade ver de perto um lugar desenhado por Niemeyer, e sentir o clima de uma cidade musical, berço de tantas bandas (Legião Urbana, a melhor delas).

Sem opinião antes de partir. Provavelmente, cheio de observações depois de voltar.
Segunda-feira estou de volta! Bom fim de semana a todos!!

4 comentários:

  1. Brasília, por ter sido planejada, não tem vida própria. É tudo muito largo, distante, óbvio. O que Niemeyer fez foi colocar uma imensa maquete sobre o cerrado. “De um lado os ministérios, de outro mais ministérios, no final o Congresso e no meio uma imensa avenida. No que sobrou de espaço a gente preenche com uma basílica, um monumento a JK, um observatório e meia dúzia de shoppings. Nos arredores, o povo vai morando aos poucos”. Nada acontece de novo em Brasília, porque é uma cidade previamente criada para ser ‘o novo’. Não é uma cidade orgânica, que oferece mobilidade arquitetônica. O que tá lá já ta bom, e pronto. Brasília será a mesma daqui a cem anos.
    Ou NÃO??? O QUE VC ACHOU DE LÁ???

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  2. Caraca, não conheço você, valmir, e nem Brasilia, mas adorei tua opinião sobre a cidade. Imagino que esse planejamento todo da cidade deve, de fato, culminar numa previsibilidade enfadonha.
    To esperando agora a opinião do Dé.
    abraços

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  3. Fala, Drei! Você vai a Brasília? Dá uma passada lá em casa...

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  4. Esse meu sobrinho tá muito chique mesmo. Vai passar um fim de semana lá em Brasilia, pode???
    Eu fui à Brasilia no ano de 1985, em janeiro, quando o Zé foi dar aula no Festival de Música e eu descobri no Rio, que eu estava grávida do seu primo. E lá fui eu para dar a notícia pro seu tio, de onibus (16 horas). Fiquei o tempo todo no hotel. Quase não conheci a cidade, de tanto enjoo que eu sentia.
    Uma coisa eu posso dizer, detestei, o pouco que vi senti um lugar frio emocionalmente e quente na temperatura.Depois de 23 anos não sei se mudou alguma coisa. Aguardarei sua volta para suas considerações.beijo

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